Para acreditar no amor

A vida é muito mais do que amor romântico, estamos cada vez mais certos disso. É possível sim ser feliz sozinho, e as maravilhas do amor eterno e monogâmico estão dia a dia sendo desmascaradas. Mas, ah, como é bom se apaixonar e viver um romance destes, que são eternos enquanto duram, com uma pessoa que cabe bem nos nossos sonhos.

Há quem tenha desmistificado o amor romântico e segue livre para voar sozinho, com um, com dois, com dois milhões. Mas tem gente, e muita gente, que ainda quer encontrar a tampa da panela, a metade da laranja, a próxima escova de dentes para juntar à sua na canequinha ao lado da pia.

Ontem, checando a origem das visualizaçães do meu blog, notei que boa parte dos leitores chegam até lá através de uma busca muito específica do google: eles procuram saber quando é que vão se casar. Como resposta, o Google sugere um texto antigo meu, que tem o título “Com quantos anos você vai se casar?” . Os leitores acabam, creio eu, decepcionados, porque o texto é bobeira, e não traz resposta alguma para a questão.

Mas se lá eu não dou dica sobre o próximo amor das nossas vidas, venho aqui me redimir. Os vídeos a seguir estavam salvos há tempos no meu notebook e são um acalanto para quem acredita no amor a dois.

O primeiro é um curta metragem baseado em um texto do escritor Antonio Prata. Neste curta, Alice Braga e Bruno Autran são duas pessoas que acabaram de se conhecer e que têm ou não todo um romance pela frente.

No segundo, Karina Buhr narra o poema de Paulo Mendes Campos, enchendo de esperança as almas desoladas.

Porque para viver um grande amor é preciso, antes de tudo, estar de peito aberto – e um pouco distraído, não esperando por nada.

Saiba mais sobre a autora: Dizem eles que nasci em 1985, antes da hora. Cresci em sítio, sempre vivendo no interior, e minha vida é assim: em pequenas dimensões. Gosto de conhecer tudo de perto. Jornalista desde 2009, quando conclui a graduação (apesar de até hoje não ter ido buscar o diploma), escrevo por profissão e por não saber fazer outra coisa. Além de bambolê e drama.

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